Ao olhar as nuvens lá de cima
Penso algo para além do clima
Cadê os Anjinhos e as harpas?
Não pergunto pra soltar farpas
É pergunta pra refletir crenças
Dessas que se tornam intensas
Que surgem lá na infantilidade
E ganham uns ares de verdade
Pra além das nuvens, o infinito
É a obra do Puro Amor bendito
Amor que faz tudo que intentar
Que a nós criou sem se limitar!
Se nossa imortalidade é sabida
O Criador gentilmente convida
Nuvens não passam de um véu
Não se limite, na Terra, no céu!
Foto: Janaína Estrela Francisco

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